Os Pós-Socràticos
7 Votos

Acompanhe a Banda:

Perfil da Banda

Os Pós-Socràticos

Cravinhos - SP

fundada em 2023 no interior de SP, a Pós-Socràticos veio de jovens de escola pública, sempre voltados à criação e expressão original artistica. Se destacam com canções sobre questões sociais e filosósficas, referências históricas, e uma performance que unia música e teatro. Logo, se expandiu ao cenário local com discurso e som pautados na pluralidade. Henrique e Gabs ficaram amigos no ensino médio, como muitas de suas aulas tinham faltas de professores, passavam grande parte da manhã falando de cinema, música e filósofia, questionando o porquê do ensino de sua escola ser tão sucateado. Em pouco tempo, mudaram-se de escola juntos, e lá começaram a se envolver e a serem requisitados para os projetos culturais da escola. Dali veio "Sangue e Lama", sua primeira canção autoral, tendo sido criada para o evento Combinando Palavras, da Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto do ano de 2023. A canção fala sobre o marco temporal, a pluralidade e a importância dos povos indígenas para a formação da nação Brasil. A música foi ovacionada pelo público, que envolvia alunos da rede pública, Secrétarios e funcionários da educação do estado de São Paulo, e pela artista homenageada daquele ano, Marcía Kambeba. Após isso, a banda, que na época era Henrique, Gabs e alguns professores, fez alguns shows pelas escolas da região, criou outras músicas autorais (além de Sangue e Lama, destaca-se deste período "PALMARES", música que fala do período escravagista do Brasil e a busca pela emanipação dos afrobrasileiros até hoje) e participou da produção, atuação e criação de musicas para o curta amador Penélope e Ulisses (curta esse que anos após seria contemplado pela Lei Paulo Gustavo e produzido de forma séria). Após o fim do ensino médio, a banda fez alguns shows expressivos por sua região. Destacam-se a sua participação no Evento Anual de Carros Antigos de Cravinhos no ano de 2024 e 2025. Entre mudanças e turbulências de formação, em 2025 iniciaram uma parceria sublime com Pedro (@synkpedro), onde tiveram uma intensa conexão criativa e um dos momentos mais prolíficos de sua carreira até agora no quesito composição. Dentre inúmeras músicas sobre temas diversos como guerras, romances inspirados em filmes ruins, vícios em café, ansiedade, pinguins, entre outros, destaca-se "LIBERDADE", canção sobre o revolucionário Chaguinhas e o apagamento histórico da fundação do bairro que dá nome a canção. Mesmo não atuando mais nos shows como membro ativo, Pedro ainda compõe e trabalha na produção caseira das Demos da banda. Ainda em 2025, os caminhos da banda se cruzam com VINICÍUS GARCIA. O Buxexa, como gosta de ser chamado, entrou como participação especial na música Song 2 para o Encontro de Carros Antigos, e dali sua conexão com a banda e versatilidade musical também o fizeram continuar. Mesmo sendo o mais novo da banda, seu esforço, energia e pró-atividade contagiam os outros membros e o tornam um membro ímpar para o projeto. Ao final do mesmo ano, a banda toca no festival Cruza, um evento feito por Alunos do Instituto de Artes UNESP de São Paulo Capital (universidade onde Gabs cursa artes cênicas). Sendo a primeira vez onde tiveram a oportunidade de fazer um show inteiramente autoral, ganharam destaque e o gosto do público, com um show dinâmico e enérgico, repleto de participações especiais de amigos instrumentistas. Uma das canções destaque foi "MORTE AOS POMBOS", primeira parceria de Gabs e Henri com Vini, uma música inventiva, que vai de ritmos de Reggae até uma guitarra pesada e distorcida. A letra, composta por Gabs, cria um paralelo entre os Pombos e a parcela indigente da nossa população, sendo ambos invisibilizados ou tratados como um estorvo a ser erradicado. Atualmente, a banda conta com Vini nas guitarras, Gabs no vocal, Henri como baixo e Rodrigo Guerrero na bateria. Como suporte e apoio técnico, a banda também conta .com Luciana Almeida como produtora, além de roadie, consultora histórica para as letras e baterista quando necessário. Tal formação tem ganhado destaque pelas performances apoteóticas, composições bastante inspiradas e uma marca constante de originalidade e refinamento artistico