Malsk ergue suas antenas e capta a miscelânea de ideias fúteis ou relevantes de nosso tempo que já é passado. Provocar, suscitar, mas sem a pretensão de alterar a ordem das coisas. Ser sutil na intenção do despertar ideias. Fazer pensar, apostar no devir, não através da virtualidade, mas da concretude quase palpável das letras de música entoadas sinuosamente em acordes que flertam com as raízes da música brasileira, ora pagã, ora sacra; ora Lapa, ora Nordeste, ora Sul, ora Agreste. A trilha sonora de Malsk é escrita por Maurício Carvalho e musicada por Maurício Santana com violões, guitarras, bateria, baixo e sampler. Malsk sintetiza, torna sua música sólida, mas teima para que não se desmanche no ar e se torne líquida em tempos líquidos. Resistimos.