kaleidoskope é rock, muito rock. Mas também é reggae, pop, soul, punk, afro e o que mais quiser ser. Também é português, francês, inglês. kaleidoskope é uma mistura de um pouco de tudo, feito com coração. Mas queremos que seja bonito e toque pessoas. Etimologicamente, pode querer dizer "ver a forma bela" ou "o belo como forma de ver (e viver?)". kaleidoskope é música, poesia, imagem, paz e otimismo. É como se define a banda brasiliense kaleidoskope, uma ideia que partiu da mente criativa e inquieta de David Borges, nascido em Bissau, capital de pequeno país da costa ocidental africana, a Guiné-Bissau, no início dos anos 70. Aos 13 anos, toda a família se mudou para a França. Foi quando teve seu primeiro contato com uma guitarra e assistiu ao videoclipe “Are you Experienced”, do lendário e maior guitarrista de todos os tempos, Jimi Hendrix. David ficou surpreso ao descobrir que uma guitarra pudesse fazer aquilo, que uma pessoa pudesse fazer aquilo, que um cara negro pudesse fazer aquilo. Foi aí que deu início a sua jornada de autor/compositor. A partir de suas vivências em Cabo Verde, França, Portugal, Espanha e agora no Brasil, David começou a escrever canções, influenciado por nomes tão distintos quanto José Carlos Schwarz, Mama Djombo, Cesária Évora, Bana, Chico Buarque, Gal Costa, Maria Bethânia, FFF, Téléphone, Dire Straits, Jimi Hendrix, Janis Joplin e muito mais. Foi então que concebeu a ideia da kaleidoskope: “Lembra daquele brinquedo óptico que mostrava imagens lindas e coloridas quando você apontava para uma fonte de luz, mesmo que as pedras estivessem dispostas de forma caótica no interior? Beleza no caos? Hum… SIM! É isso que a kaleidoskope tem que ser: fazer e tocar qualquer “estilo” de música que quisermos fazer, e torná-lo bonito e harmonioso!” Conta David. Atualmente, a banda é composta por Lucas (guitarra), Gregoree (teclado), Cid Moraes (baixo), Thiago (bateria) e David Borges (vocal, guitarra), cinco músicos que aceitaram o desafio de fazer músicas diversas, sem fronteiras de estilos, culturas ou línguas. Ou ainda instrumentos teoricamente “fora de contexto”. Você já ouviu um solo de acordeão em uma música de blues-rock? Ouça a combinação na faixa “No comments”. Quer ouvir a mesma banda tocar ritmos africanos com letras em crioulo? Ouça “Kumpu Kasa”. Quer relaxar em um belo e cativante pop português? Experimente o “Ritmo Traiçoeiro”. Gosta de compassos e ritmos estranhos e letras desconfortáveis? “Dias Estranhos” foi uma criação durante os dias de pandemia. Músicas estas que compõem o repertório original da kaleidoskope, que já possui em sua discografia os álbuns “I” (2017) e “2” (2022), com destaque para a parceria com o rapper GOG, o Poeta do rap nacional, na faixa “Blackout”, assim com a Daniela Firme, autora/compositora, ambos candangos.