Meu nome é Gilberto Almeida e comecei minha trajetória no rock no final dos anos 90, atuando como músico, vocalista, violão e guitarra. Em 1998/1999 fundei a Banda Rebeldes, uma banda autoral que nasceu muito antes do nome ganhar popularidade na televisão. A gente fazia rock de verdade, com músicas próprias, shows em bares e festivais pelo estado de São Paulo. Com a Banda Rebeldes participei e conquistei espaço em festivais de música autoral, incluindo apresentações em São Caetano do Sul e outras cidades paulistas. Gravamos CD independente e chegamos a buscar produção musical profissional na época, inclusive com contatos ligados ao pessoal do Charlie Brown Jr. e pessoas próximas do cenário nacional. O projeto acabou não avançando por falta de investimento e empresário, mas a banda seguiu firme até aproximadamente 2004/2005. Na mesma época em que bandas como Creed e Raimundos estavam muito fortes nas rádios e no cenário do rock, também tive músicas autorais registradas tocando em rádios de São Paulo durante meses. Foram músicas próprias de rock and roll, diferentes da música improvisada que estou enviando agora para o festival, mas que fizeram parte da minha caminhada e da minha identidade musical. Depois disso continuei minha trajetória criando a banda Alma Rock, projeto que mantenho até hoje. Ao longo desses anos participei de workshops e experiências com músicos importantes do rock e metal nacional, como Kiko Loureiro, Andreas Kisser e Andre Matos, além de outras vivências dentro da música brasileira. Nunca fui um artista focado apenas em internet ou números de redes sociais. Minha estrada sempre foi o palco, o contato com o público, os bares, festivais e a energia do rock ao vivo. Também participei de apresentações no SBT e sigo até hoje compondo, criando letras e levando o rock and roll adiante. Hoje também mantenho meu Instagram ativo como uma forma de continuar vivendo a música diariamente, publicando vídeos, interpretações e conteúdos ligados ao rock and roll, com referências de bandas como Whitesnake, Van Halen e outros clássicos que sempre fizeram parte da minha influência musical. Além da Alma Rock, atualmente também realizo apresentações e covers inspirados em Bono, além de outros shows voltados ao rock nacional e internacional. Procuro manter viva essa conexão com diferentes estilos e públicos, sempre levando ao palco a energia verdadeira do rock and roll. A música enviada para esta inscrição foi feita de forma simples e improvisada, porque eu não tinha um material pronto gravado em vídeo naquele momento. Mas ela representa exatamente o que eu sou: um músico verdadeiro, apaixonado pelo rock nacional e pela conexão real com o público. Tenho convicção de que a Alma Rock tem energia, presença e repertório para fazer o público do João Rock cantar, pular e viver o espírito do rock and roll com emoção e autenticidade. Acredito sinceramente que me apresentaria muito bem nos palcos do festival e poderia ser uma ótima atração, levando ao público a essência verdadeira do rock nacional, não apenas por retorno financeiro, mas principalmente pela paixão de fazer o rock and roll transparecer de forma real, humana e intensa. Gostaria muito da oportunidade de apresentar melhor meu trabalho, minha banda e minha história para vocês, através de um contato mais próximo, seja por WhatsApp ou outro canal. O rock ainda vive em mim — e vive forte.