O nome Abulidu surgiu da união dos verbos transitivos abolir e bulir (gíria do Nordeste). A banda nasceu no fim de 2019, quando Hélio Machado, da comunidade Suvaco da Cobra, no município de Jaboatão dos Guararapes (Região Metropolitana do Recife), se reconheceu negro no Museu da Abolição, no bairro da Madalena, no Recife. Em seguida, encontrou outros cinco músicos pretos de origem periférica que também levantam a bandeira do movimento negro. Todos são pernambucanos. Abulidu é uma panela preta sonora cheia de ingredientes que representa a cultura afro-brasileira. O grupo vê nessa periferia um terreno fértil para criações sobre a poética das populações marginalizadas, fazendo da música uma mola propulsora para conectar seus pares, suas realidades e suas histórias. O grito da Abulidu passa das composições para o seu canto e quem escuta faz uma viagem às raízes africanas. A banda traz em sua sonoridade vários estilos musicais, como raga, bregafunk, rap, afrobeat, hip hop, maracatu, embolada e outros ritmos da cultura afro-brasileira. VAMOS AQUILOMBAR COM ABULIDU! BANDA INDICADA AO PRÊMIO DA MUSICA BRASILEIRA 2024, NA CATEGORIA MÚSICA URBANA Em 2024, Abulidu foi até o Teatro Municipal do Rio de Janeiro pela indicação ao Prêmio da Música Brasileira, na categoria Música Urbana. A banda foi finalista junto a Àttooxa e Natiruts, tendo seu som reconhecido por grandes artistas da cena nacional.